terça-feira, 7 de abril de 2009


Aos domingos, por vezes, vejo o Equador. Não li o livro. Ao contrário do que dizem, a produção não está ao nível de um filme de Hollywood nem de uma série da BBC. A produção é boa. Está ao nível de uma novela do globo.
As maiores fragilidades da série são a superficialidade das personagens: os portugueses são labregos; as portuguesas, ridículas; os estrangeiros, sofisticados; os pretos, básicos; o protagonista é uma barata tonta. Como não li o livro não sei de quem é a culpa.
Vou continuar a acompanhar a série que só pelo prazer de ver o Nicolau Bryner a fazer de Anthony Hopkins vale a pena. Um dia ainda vamos ver o inglês a imitar o actor português.

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